quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

          Você faz parte das minhas melhores e das minhas piores memórias de 2011/2012/2013, mesmo que eu viva até os 27, ou até os 100 anos, esses anos estaram marcados na alma(clichê). Você é um cara legal, mesmo eu prometendo que que não iria mais participar dessa palhaçada e que não iria mais escrever sobre você PIMBA, cá estou eu. E o medo, da desastrosa experiência de entregar a situação a alguém, mas o coração pertencer a outro!? Não quero isso de novo não, quero sentir, vibrar e gostar, e quero que a cousa aconteça. Não vivo de meios amores, não vivo de meias verdades.
          Que a paixão pela vida não adormece, como o medo intimida. E que a vivacidade nunca me deixe. E que o torpor não seja em vão.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Devaneios de uma humana com lembranças


Não escrevo porque os outros pedem ou porque tenho prazos a cumprir.
Até porque se assim fosse eu não iria escrever, não conseguiria.
Escrevo por necessidade, é tipo ir no banheiro.
Assim como não escrevo pela arte.
Estaria mentindo se falasse que não ligo para quando elogiam meus textos, 
dá mesmo forma que estaria se falasse que esta é a minha maior preocupação.
Claro que adoraria que tudo estivesse vinculado a profundos pensamentos filosóficos 
ou ao uso de recursos linguísticos.
Mas, para decepção geral, são apenas sujos sentimentos de uma humana que 
encontrou na escrita uma forma de relaxar e colocar as coisas pra fora.
- Ela só não sabia que viciava.

Texto escrito em 30/09/2013
P.s.: Ficaria mais satisfeita se os sentimentos sujos fossem escritos em uma máquina de escrever, mas quem sabe um dia desses.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Mais uma madrugada se aflora e eu não posso reclamar da minha presente situação de férias por um dia. Sim, hoje será o meu único dia concreto de férias e estou tentando aproveitar, do meu jeito.
Só pela discografia do Legião, do Led Zeppelin e da Amy que acabo de conseguir já posso dizer que valeu a pena, mas ao mesmo tempo sabia que não poderia ir dormir sem escrever um pouco.
Abro várias abas e vou enchendo de sites e mais sites de coisas que no fundo não fazem diferença alguma na minha vida. E em uma delas mais por impulso do que por qualquer coisas acabo abrindo o blog, que esta as moscas a algum tempo.
Abro, rolo a página para baixo, aquela conferida no design, uma olhadinha nas cores, descrição, autora, e o sentimento do você tem muito a dizer o que ta esperando pra escrever me toma só para variar um pouco.
É dificil escolher sobre o que escrever e aqueles pensamentos perambulantes de não sei o que é o blog, não sei sobre o que devo ou não falar e tudo o mais me tomam com frequência. Não gosto de sentir ele como algo pessoal, ás vezes procuro seguir outros caminhos, falar sobre outras coisas, mas não dá outra, no próximo post sempre tem um choro ou algo que querendo ou não faz parte de um caminho torto que volta para a minha vida e o drama que coloco em tudo o que acontece.
E que fique assim, meio imcompleto, como um pensamento perdido ao meio de tantos outros.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Mademoiselle

Digamos que eu esteja em um extremo estado de insatisfação pessoal. Acredito que possa ser assim talvez pela atua circunstância das festas de final de ano, ou quem sabe um acumulo da situação caótica que já anteriormente estava ocorrendo.
É um vazio de excessos, é sentir tudo o que existe nessa vida, e que especialmente faz parte da minha vida, mas que no fundo, e de uma maneira que beira o irracional torna a minha vida atual um completo vazio.
Os meus objetivos traçados não estão sendo suficiente, falta algo surpreendentemente forte para servir de âncora, de estimulo para seguir em frente.
Expressar a situação em palavras, dói e gera um desconforto que não imaginei que seria dessa maneira.
Sei que não deveria estar escrevendo essas coisas num local público, mas sem isso eu não sei o que faria.
SÓ SEI que precisava expressar de alguma forma.
A insanidade não pode me pegar, ou será que ela é uma consequência de quem eu sou.
Parabéns querida, 
Você ta fodida.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

10 (ou mais) coisas que eu odeio em você



Eu odeio o jeito que você me olha, mesmo quando não é essa história;
Eu odeio o seu meio-sorriso, como de quem não tem nada com isso;
Eu odeio a sua voz potente, que me faz pensar que o que eu sinto é coerente;
Eu odeio a sua juba, que balança como um cacho de uva;
Eu odeio o seu descaso, como quem tá sempre viajando no raso;
Eu odeio seu gosto musical, por gostar tanto do tal;
Eu odeio a sua fama, de quem mais come do que ama;
Eu odeio a sua falta de coragem, e por às vezes agir como um covarde;
Eu odeio os seus olhos, por lhe tornar um conjunto ilusório;
Eu odeio os desvios, que o colocam por um fio;
Eu odeio o seu aniversário, por ser em data de otário;
Eu odeio o seu rosto, que parece de um lorde deposto;
Eu odeio o seu cheiro, de quem está sempre pronto por inteiro;
Eu odeio o jeito que você me atingi, me fazendo esquecer das coisas que existem;
Eu odeio o jeito que você me desequilibra, me transformando num confuso laço de fita;
Eu odeio a sua calma, que me atingi na alma.
Mas, principalmente, eu te odeio por você não conseguir me odiar.

sábado, 19 de outubro de 2013

Respeito

     Já não é de hoje que tenho conhecimento de que definitivamente não sou a pessoa mais calma desse mundo. E em um desses momentos que pensei pouco e gritei demais, novamente acabei falando coisas erradas que não deveriam ser ditas.
     Como para tudo que acontece para nós nessa vida, o lado bom disso foi sem dúvida conhecer verdadeiramente e de maneira aplicado do que se  trata essa palavra que tantos insistem em repetir e que no fundo não conhecem verdadeiramente.
Bem, eu conheci.
      Só não me pergunte a que custo isso aconteceu...
      Como metade de mim é medo e a outra culpa, digamos que essa situação até hoje me dói, pois magoei de uma maneira que não aprovo nem um pouco uma pessoa que tenho grande apresso.
      Digamos que em um belo dia em uma discussão extremamente infantil acabei falando que essa pessoa não merecia meu respeito...
       Isso já faz quase um ano, mas como sou praticamente um museu vivo, ainda estou digerindo a história.
       E como em muitas situações da minha vida, no final, quando o sangue esfriou e o tempo passou o que acontece é que vivo muitas e muitas situações que me mostram o tamanho da burrada que fiz.
       A primeira delas foi que independente de qualquer coisa qualquer ser, humano ou não, tem respeito naturalmente, e eu não preciso ser um gênio para saber disso.
       E a segunda foi com o meu envolvimento e apoio aos movimentos feministas, que já me ensinaram muitas coisas, e a principal dela que todxs, digo, TODXS MESMO, tem  e merecem o nosso respeito, pois respeito não tem nada a ver com quem somos, o que fazemos ou o que pensamos.
       O dever de cada um é respeitar o outro, gostando, amando ou desgostando.
        Claro que não era o caso do meu caso aushausuh, a questão só foi que eu tinha magoa guardada e falei algo que me arrependo até o dias atuais...
       Mas depois disso, não sei se em decorrência desse fato, nos aproximamos e passamos a compartilhar coisas que nem sabia que poderíamos compartilhar, e que existisse alguém que combinasse para isso.
       Esse alguém é essa loira ai...
       Que mais uma vez me mostrou, que em todas as amizades que tenho, algo tenho a aprender, e essa, sem dúvida alguma, foi uma ótima coisa a ser aprendida, fico feliz que tenha sido com você.
      Obrigado por isso, e desculpe todo o resto.




Porque eu espero que a amargura nunca me encontre;
Que a insensibilidade nunca me seja útil;
Que eu não deixe que a dura máscara que aqui se encontra torne-se a verdadeira face;
Que as palavras nunca deixem de ser as companheiras que me foram até então.